domingo, 5 de abril de 2009

चाक्रेस , ग्लान्दुलास ऐ Lâमीनास

GLÂNDULAS DO CORPO SUTIL

LÂMINAS

GLÂNDULAS DO CORPO SUTIL

Antes de entrarmos propriamente no tema das glândulas, vamos citar, resumidamente, os sete cha­kras principais de nosso corpo, pois é importante conhecê‑los para trabalharmos com as glândulas.

Chakras são centros ou vértices de energia que se localizam em pontos estratégicos de nosso cor­po bioplasmático; por eles podemos captar ou desprender energia.

Como os chakras têm ligação direta com nossos órgãos vitais, podemos através deles equilibrar a energia de nosso corpo físico. Se algum Chacra não está funcionando bem, nosso corpo bioplas­mático não está bem equilibrado e não pode proteger nosso corpo físico.

Assim, como o corpo físico possui órgãos vitais e órgãos de importância menor, o corpo bioplas­mático apresenta chakras maiores (de 7,5 a 10 em de diâmetro) e menores (de 2,5 a 5 em).

Suas funções são importantes e variadas, tais como:

‑ Absorver, digerir e distribuir as diferentes regiões do organismo;

‑ Controlar o funcionamento adequado de cada órgão e do corpo físico, como um todo. Por exem­plo: se uma glândula é controlada e energizada por um determinado Chacra, ela pode ser estimu­lada ou inibida pelo controle ou manipulação desses Chacra,

‑ Desenvolver certas faculdades psíquicas da pessoa, ativando‑as ou inibindo‑as através de um Chacra específico;

‑ O Chacra que mais capta energia é o coronário. Os que mais desprendem, são o Chacra emocional (plexo solar) e o umbilical. Qualquer desestabilização nestes chakras provoca um dese­quilíbrio energético e emocional, podendo também desestabilizar a aura.


OS SETE CHAKRAS PRINCIPAIS



1. Chacra Coronário ‑ localiza‑se no topo da cabeça, no crânio. É responsável pela energia e controle do cérebro e glândula pínea. E considerado o coração dos chakras por ser o ponto máximo de concentração de energia, capaz de fazê‑la fluir a partir dele para todo o cor­po, como se fosse um funil.

2. Chacra Frontal ‑ Localizado na testa, no meio das duas sobrancelhas. Energiza e con­trola a glândula pituitária, os olhos, o nariz e o cérebro.

3. Chacra Laríngeo ‑ Localizado na base da garganta, energiza e controla as glândulas tireóide e paratireóide, além da própria garganta, laringe e faringe.

4. Chacra Umbilical ‑ Situa‑se no umbigo. Controla e energiza a parte inferior do intestino grosso, o intestino delgado, as glândulas supra‑renais e o apêndice. É responsável pela vitalida­de geral da pessoa.

5. Chacra Básico ‑ Localizado na região pubiana, controla e energiza os órgãos sexuais, a bexiga e as pernas. Constitui o centro inferior do corpo ou o centro da criação física.

6. Chacra do Plexo Solar ‑ Localiza‑se na região central do peito, na área vazia entre as costelas, na altura do início do estômago. Energiza e controlam o pâncreas, o fígado, o estômago, o intestino grosso, o apêndice, o diafragma e, até certo ponto, o intestino delgado, os pulmões e o coração. Controla ainda a temperatura do corpo.

7. Chacra das Mãos ‑ Localizam‑se na região central das palmas das mãos. Por terem a característica de estarem numa região terminal do corpo, denotam ponto de entrada ou de esca­pe de energia. São os chakras de ativação mais fácil e segura. Sua ativação permite o desenvol­vimento da capacidade de sentir energias sutis e também de sentir a aura.

Cada um desses chakras principais tem seu correspondente na região dorsal do corpo, mente na mesma direção do Chacra principal. São chamados pelo mesmo nome, acrescentan­do‑se o termo dorsal (por exemplo: Chacra dorsal do plexo solar). Ao proceder a urna energiza­ção, deve‑se colocar a mão direita no Chacra da frente e a esquerda no dorsal correspondente.
Chakras – Pontos de energia

Os Chakras são centros ou vórtices de energia localizados em pontos estratégicos de nosso corpo bioplasmático. Por esses pontos se dá a captação e o desprendimento de energia. Através deles equilibramos a energia de nosso corpo, pois estão diretamente ligados a nossos órgãos vitais. Se um deles não estiver funcionando bem, o corpo bioplasmático (AURA) se desequilibra, desprotegendo, assim, o corpo físico que fica sujeito a algum distúrbio.

Os Chakras se apresentam com tamanhos variados: os maiores, com diâmetro entre 7,5 a 10 cm; os menores entre 2,5 a 5 cm. Possuem funções variadas, como:
- Absorver, digerir e distribuir, energia, às diferentes regiões do organismo;
- Controlar o funcionamento de cada órgão e do corpo físico como um todo. Exemplos:

- Sendo uma glândula controlada por um determinado Chacra, ela pode ser estimulada ou inibida pelo controle ou manipulação do mesmo;

- Desenvolver determinadas faculdades psíquicas através de ativação ou inibição por um Chacra específico.

- O Chacra que mais capta energia é Coronário.

- Os que mais desprendem são: o Plexo Solar e o Umbilical.

Qualquer desestabilização, nestes chakras, provoca um desequilíbrio energético e emocional chegando às vezes a desestabilizar a Aura.

Chakras Principais – São sete os principais Chakras do nosso corpo:

Chacra Coronário: Localizado no topo da cabeça. Cor violeta. Responsável pela energia e controle do cérebro e glândula Pineal. É o ponto máximo de concentração de energia que, a partir dele, flui para o nosso corpo, como se fosse um funil;

Chacra Frontal: Localizado na testa, entre as sobrancelhas. Cor Azul Purpúreo. Controla a glândula Pituitária, olhos, nariz e também o cérebro;

Chacra Laríngeo: Localizado na base da garganta. Cor Azul Claro. Controla as glândulas Tireóide e Paratireóide, além da garganta, laringe e faringe;

Chacra Cardíaco: Localizado no peito, na região do coração. Cor Verde, com um brilho cor de ouro. Revigora e controla o nervo vago, o maior nervo do sistema nervoso parassimpático. Está ligado às atividades cardíaca e respiratória.

Chacra Plexo Solar: Localizado na região central do peito, (na área vazia entre as costelas, na altura do início do estômago). Cor Amarela. Controla o pâncreas, fígado, estômago, intestino grosso, pulmões, coração, apêndice, diafragma e até certo ponto, o intestino delgado. Controla ainda a temperatura do corpo;

Chacra Umbilical: Localizado no umbigo. Cor Laranja. Controla a parte inferior do intestino grosso, intestino delgado, apêndice e as glândulas supra-renais. Também afeta a vitalidade geral da pessoa;

Chacra Básico: Localizado na região pubiana. Cor Vermelha. Controla os órgãos sexuais, bexiga e pernas. Constitui o centro inferior do corpo ou o centro da criação física;

Chacras das Mãos: Localizados na região central das mãos, por estarem numa região terminal do corpo, são pontos de entrada ou escape de energia. São os Chakras de ativação mais fácil e segura. Quando ativados, permitem o desenvolvimento da capacidade de sentir energias sutis e também sentir a aura.

Cada Chacra principal tem o seu correspondente na região dorsal do corpo. Estão exatamente na mesma direção e são chamados pelo mesmo nome, acrescido pelo termo dorsal. Exemplo: Chacra dorsal do Plexo Solar.

Exercício prático para auto-estabilização dos Chakras:
- Esfregar bastante as mãos;
- Entrelaçar os dedos, formando um cone com as mãos;
- Girar no sentido “anti-horário”, sobre cada Chacra, sete vezes, de cima para baixo começando pelo Coronário;
- Atenção: girar no sentido “horário”, somente sobre o Chacra Frontal;

- Repetir o exercício três vezes;
No final, esfregar as mãos novamente e respirar profundamente.







AS GLÂNDULAS

São sete as glândulas do corpo sutil, pois na verdade não correspondem exatamente às do corpo físico. Nem todas as glândulas físicas têm correspondência de função no corpo sutil, assim como partes da endocrinologia sutil não se fazem corresponder no corpo humano.





1. PINEAL ‑ É ela que permite a atuação na matéria, possibilitando a torção de objetos, a quebra e a levitação dos mesmos. Uma patologia física relacionada a essa glândula leva, no plano sutil, à situação de não se alcançarem os objetivos na vida. De certo modo, podemos dizer que conquistas no mundo físico serão limitadas.

2. PITUITÁRIA ‑ Ela se encarrega de lidar com o tempo e o espaço. É sua função permitir o a­cesso ao passado e ao futuro, assim como facilita a desmaterialização e transformação. O comprometimento desta glândula no físico leva a que, no plano sutil ‑ igualmente disfuncional cause a estagnação evolutiva do indivíduo. Ocorre então uma grande interferência na vida pessoal. A própria evolução fica comprometida nesta encarnação.

3. TIREÓIDE ‑ No plano sutil, esta glândula tem função distinta nos sexos:

A mulher ‑ Se for bem trabalhada, deixa o corpo da mulher mais sutil, podendo dar equilíbrio aos estímulos sexuais. É responsável por 70% da coordenação motora e ativa a capacidade cria­tiva.

O homem ‑ atua 90% na parte sexual, podendo aumentar de tamanho durante o ato sexual, a­lém de alterar as cordas vocais e possibilitar maior irrigação sangüínea nos olhos, o que perma­nece visível por duas a três horas após o intercurso. É ela que facilita o acesso à clarividência e a todo conjunto de percepções extra‑sensoriais. A patologia desta glândula pode causar sonolência, principalmente na puberdade, tendência a desmaio e, às vezes, retardo mental.

4. TIMO ‑ São o responsável pelas emoções, os sentimentos, a estrutura vital no que se refere à ca­pacidade de sentir. É essa glândula que controla o emocional. A lesão, no físico, causa conseqüências no plano sutil que se expressam por tendência à frieza, de­sequilíbrio, tendência a atos impulsivos violentos, que podem levar ao suicídio ou ao homicídio.

5. SUPRA‑RENAL ‑ É a principal glândula do corpo sutil, É a responsável pela formação do cérebro durante o desenvolvimento embriológico e segue sendo a que sustenta basicamente a atividade cerebral saudável no adulto, pois mesmo que a vida traga atribulações que gerem problemas psíquicos, a irrupção de patologia mental grave só acontece caso haja uma base disfuncional, na endrocrinología sutil.
A outra função desta glândula é de importância sexual. Assim, quem nasceu com aura prata, já tem em latência a condição para uso da energia vibracional.
A disfunção da supra‑renal pode acarretar esquizofrenia, alterando a função do cérebro. A patologia desta glândula compromete seriamente a evolução nesta encarnação.

6. APENDICE ‑ Funciona como uma válvula, onde são elaboradas as informações recebidas pela pineal, sendo ali processadas e amplificadas, equilibrando as polaridades negativas e positivas, para enviar a descarga que atua sobre a matéria. Por isso, as pessoas que sofreram ablação cirúrgica, ficam com capacidade limitada de realizar efeitos físicos. Quando conseguem, são de pouca duração, ou de pequena intensidade.
Além disso, há baixa de vitalidade, menor resistência vital. Essas pessoas terão dificuldade de a­tingir metas, convencer outras pessoas a se envolverem nos projetos que elas equacionam. Terão bloqueios e, ocasionalmente, poderão ficar frios, pois o fluxo de energia vital não lhes escoa con­tínuo o que lhes acarreta certa insegurança no tocante a serem capazes de conseguir o que almejam. Elas têm dificuldades nos planos sociais e sentimentais. Havendo muitos altos e baixos no decorrer de suas vidas.
Tudo isso cessa ao se refazer o apêndice de forma energética, o que precisa ser feito em períodos certos, com reforço a cada três meses. Reforçando‑se três vezes seguidas, é o suficiente.

7. CÓCCIX ‑ É ele quem equilibra todas as outras glândulas, como se fosse um distribuidor, ou um espelho. Para ele é que vai toda a energia das glândulas e ele reflete para as células de todo o corpo.
Quando há um desequilíbrio de energia, é fácil para a pessoa sentir, pois isso provoca uma sensa­ção de calafrio que vem do cóccix e provoca um tremor súbito, denunciando dessa forma o desequilíbrio. Na verdade, é o cóccix que regula a kundalini e não o contrário.
A fratura ou qualquer lesão nessa região provoca disfunção energética. O indivíduo pode ter mãos frias ou quentes e fortes sensações de estado febril.


A ativação das glândulas pituitária e pineal, é que facilitará a interação com a Quarta Dimensão, ter acesso a portais e à realização de todas as formas de pensamento. Precisamos portanto apren­der a manipulá‑las.

Quando as glândulas estão bem desenvolvidas numa pessoa, sua saúde, inteligência e evolução também estão bem. Quando não desenvolvidas, ou bloqueadas, a pessoa sentirá as conseqüências, por exemplo, problemas na tireóide podem até paralisar alguns movimentos do corpo; nas supra‑renais, pode causar prejuízo na parte extra‑sensorial e na evolução mental. Mesmo que a pessoa tenha sofrido cirurgias em alguma glândula é possível auxiliá‑la através de trabalhos es­pecíficos.

Com as glândulas equilibradas, a pessoa terá um equilíbrio geral no corpo, uma imunização, principalmente no plano sutil, o que acarretará o mesmo no corpo físico.




LÂMINAS

Cada lâmina representa um estágio evolutivo. As lâminas são etapas evolutivas da alma. Cada par de lâminas relaciona‑se com uma glândula do corpo sutil. Então, podemos dizer que cada glândula plenamente desenvolvida terá um casal de lâminas com suas respectivas polaridades, positiva e negativa, plenamente desenvolvidas também.

São sete as etapas de evolução do ser humano: sete camadas da aura, do corpo sutil. O primeiro casal de lâminas desenvolvidas vai dar notícia de um completo estágio de vida. Seguem‑se seis outros casais, cujas funções serão aclaradas posteriormente. Quanto mais glândulas desenvolvidas num estágio de vida, menos a pessoa reencarnação.

Cada camada de nosso corpo energético está em correspondência com uma glândula de nosso cor­po, significa um casal de lâminas e cada estágio tem urna importância para nossa vida.

Caso a glândula no físico esteja bem, a lâmina que lhe corresponde também estará bem. No caso de remoção cirúrgica do apêndice, após a lâmina ter se desenvolvido, não haverá problemas, caso contrário, o indivíduo não vai passar para outro estágio evolutivo.

Para se avaliar e ter um controle do estágio evolutivo de cada um, é importante a verificação da descendência, pois a aura reflete esse estágio.

São sete estágios para a alma alcançar a Quarta Dimensão. No sétimo, portanto, ela já ingressa na Quarta dimensão. O último estágio antes da Quarta Dimensão é o sexto ‑ da décima segunda lâmi­na ‑ a lâmina da bipolaridade. Nesta, o indivíduo nasce com as polaridades positiva e negativa quase equânime, o que leva a uma possível bissexualidade.

Na verdade, o desafio da alma é seguir, na encarnação, sua real tendência, pois uma alma sempre encarna no mesmo sexo. Caso o indivíduo ceda à pressão da bipolaridade e tenha em sua vida a i­dentificação sexual contrária à sua disposição de alma, trará como conseqüência a necessidade de reencarnar por vidas e vidas.

O estágio da sexta lâmina é o que mais nos importa no momento, pois corresponde ao sexto estágio evolutivo, o penúltimo em termos de densidade física. É essencial para que consigamos nos e­quilibrar.

Essa lâmina é de pessoas bem evoluídas, mas que podem não ter plena consciência disso - como está relacionada à bipolaridade, pode levar a pessoa a um retrocesso em termos evolutivos.

A bipolaridade provoca urna ampliação dos estímulos emocionais e sexuais. O lado feminino e o masculino estão igualmente ativados, estão em paralelo. Por isso damos especial atenção a esse casal de lâminas para que cada um prossiga em sua evolução seguindo a identificação sexual de sua essência, sua alma. E para que consigam canalizar a transmutação da energia sexual e emo­cional, para a vibracional.

Desta forma, a pessoa não precisará reencarnar novamente e vai liberar os canais extra‑sensoriais de polaridade e equilíbrio. Poderá, assim, ser um ascensionado ou dimensional na escala evoluti­va.

O sétimo casal de lâminas está relacionado à transmutação, à ascensão pela transmutação da ma­téria em energia, assim como o acesso a portais, aberturas de mundos paralelos, materializações.

Na sétima lâmina, a pessoa já está entrando num estágio de Quarta Dimensão, ela será mais ener­gia do que matéria.





REENCARNAÇÃO

Segundo orientações dos seres, a reencarnação existe para que haja uma evolução. Cada reencar­nação que a pessoa precise ter, quer dizer que foi reprovada em alguma coisa e tem uma nova chance ao voltar. Isso quer dizer que viemos à Terra para evoluir e passar depois a outros níveis, a dimensões superiores.

É importante lembrar que a evolução não é uma linha contínua, em um só sentido, ou seja, é pos­sível que durante uma encarnação a alma involua. Do mesmo modo, pode ser que numa única en­carnação, desenvolva todas as vidas (evolua) para o plano dimensional. Em que está.

No caso de um Planeta de Terceira Dimensão como é o nosso, um cicio completo de encarnações seria o que corresponderia a ter os sete pares de lâminas finalizadas. Imaginemos cada casal de lâ­minas como se fosse um disquete de computador. A finalização a que nos referimos seria quando a capacidade desse disquete estivesse esgotada, ou seja, as lâminas inteiras, portanto.

O Cosmos nos dá até 14 chances para que possamos sair do mundo da Terceira Dimensão. Isto não corresponderá, necessariamente, ao número de encarnações, pois como já dissemos, pode haver atraso ou avanço.

Portanto, para que as lâminas tenham um bom desenvolvimento, a pessoa deve ter comportamen­to e atitudes adequados. Pessoas com conduta ética muito comprometida, são as que têm seus pa­res de lâminas pouco desenvolvidos.

Algumas pessoas acreditam que o homossexualismo está ligado a reencarnações em sexos diferen­tes, mas isso não acontece. Existe uma essência em cada um que é imutável: se sua essência é mas­culina, você sempre vai nascer homem; se sua essência é feminina, será sempre mulher.

Às vezes, em terapias de regressão, o terapeuta capta o que ficou registrado no campo da pessoa e não a sua essência. Ele pode estar captando a pessoa numa fase de bipolaridade, com reflexos da energia que ela mais ativou.

O mesmo acontece em relação aos animais. Se a pessoa em alguma encarnação teve uma ligação muito forte com algum animal de estimação, ou ainda se teve contato recente, isto pode ficar re­gistrado em seu campo. Todas as sensações intensas ficam registradas na aura e podem ser cap­tadas.




Exercícios DE ATIVAÇÃO


1. COMO ATIVAR A TERCEIRA VISÃO.

Fazer uma dupla e determinar quem será o número 1 e quem será o número 2.
Ambos devem esfregar as mãos.
O no. 1 imagina uma luz violeta nas pontas dos dedos.
O no. 2 imagina uma luz violeta na Terceira Visão (entre os olhos).
O no. 2 fica com as duas mãos fechadas e a respiração presa.
O no. 1 coloca os dois polegares na Terceira Visão do no. 2 e os outros dedos ao redor da cabeça, apertando um pouco. Dever ficar assim pelo tempo que o no. 2 agüentar com a respiração presa.
Quando o numero dois soltar a respiração o numero um retira a mão da cabeça dele.

Isso deve ser feito por três vezes seguidas. Depois o número dois deve fazer o mesmo com o número um.
Para se ter certeza da Terceira Visão ativa
‑ A pessoa que está ativando, deverá sentir mãos e braços pesados e o coração acelerado.
A pessoa que está sendo ativada sentirá tontura, como se a cabeça estivesse flutuando.




2. COMO ATIVAR O GNA

O objetivo de se ativar o GNA é a imunização do corpo e a potencialização da capacidade mental.

Fazer uma dupla e determinar quem será o número um e quem será o número dois. Ambos esfregam as mãos.
• no. 2 fecha as duas mãos.
• no. 1 coloca a mão direita no lado direito do pescoço do no, 2. Sem tirar a mão do pescoço, esfregar 15 vezes no sentido horizontal. Da mesma forma, esfregar 15 vezes no sentido vertical. Ainda sem tirar a mão, girar 15 vezes em círculos (em qualquer sentido). O no. 1 continua mantendo a mão direita do lado direito do pescoço (parada ) e coloca a mão es­querda no lado esquerdo do pescoço do no, 2, apertando 15 vezes. Ambos esfregam as mãos. Respiram profundamente e relaxam. O no. 2 devem fazer o mesmo com o no. 1.

Para fazer em si próprio

Esfregue as mãos.
Coloque a esquerda no básico e a mão direita no lado direito do pescoço.
Prenda a respiração e aperte 15 vezes, um pouco forte.

Pode ser feito todo dia, no máximo três vezes ao dia, por um período de 15 dias. Para se ter certeza do GNA ativo: A pessoa que está ativando sente as mãos pulsando e formigando A que está sendo ativada, sente o plexo vibrando ou mexendo.

COMO ATIVAR GLÂNDULAS

Fazer uma dupla e determinar quem será o número 1 e quem será o número 2.
Ambos esfregam as mãos.
O no. 1 fecha os quatro dedos na palma da mão, deixando os polegares suspensos.
O no. 2 fica com as mãos fechadas.
O no. 1 faz movimentos com o polegar direito, no lado direito do pescoço do no. 2, como se es­
Tivesse riscando, 45 vezes (no ano 2000, 43 vezes).

Depois, o no. 1 faz o mesmo movimento com o polegar esquerdo no lado esquerdo do pescoço do no. 2, 45 vezes.

Obs.: Se a pessoa que está sendo ativada tiver amídalas, o movimento deve ser feito como se fosse um risco das amídalas para a orelha.


Se a pessoa não tiver as amídalas, o movimento deve ser como um risco do laríngeo para a orelha. Deve ser feito um lado por vez e, ao contar, conta‑se somente o movimento de ida e não ida e vol­ta.
O movimento deve ser feito somente com o polegar encostado no pescoço, os dedos restantes de­verão estar encostados na palma da mão (fechada).
O no. 2 repetirá o exercício para o no. 1.




Para fazerem si próprio

Esfregar as mãos.
Colocar os quatro dedos nas palmas das mãos e deixar os polegares suspensos.
Com a mão direita, usar o polegar para fazer o movimento como se estivesse riscando o lado es­querdo do pescoço, por 45 vezes (no ano 2000, 43 vezes). Manter os outros dedos fechados na pal­ma da mão.
Com a mão esquerda, usar o polegar para fazer o movimento como se estivesse riscando o lado di­reito do pescoço, por 45 vezes.

Obs.: Quem tem amídalas, faz um risco das amídalas para a orelha, quem não tem, faz do laríngeo para a orelha.

Para se ter certeza da ativação: mãos muito frias e transpirando.





DESCENDÊNCIA PELA SENSIBILIDADE

Uma das formas de se identificar a descendência é através do seguinte exercício:

Fazer uma dupla e determinar quem será o número 1 e quem será o número 2. O no. 1 coloca a mão direita no lado direito do pescoço e a mão esquerda no plexo do no. 2, que deverá sentir calor ou tontura.
• no. 1 deve sentir qualquer uma das mãos pulsando, ou dedos formigando ou crescendo.
• no. 1, com a mão esquerda na testa e a direita no plexo do no. 2, girando em qualquer sentido.
• no. 2 deve sentir arrepios, tontura, coração acelerado, sensação de levitação ou zumbido nos ou­vidos e o no. 1 deve sentir o braço pesado, crescendo, e calor.

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